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- Ao ganhar ao Estoril por 2-1, depois de ter estado a perder (1-0 ao intervalo), o Benfica conseguiu a terceira reviravolta da época. A primeira tinha acontecido contra o Moreirense, no Estádio da Luz, em Agosto, num jogo que os encarnados estiveram a perder por 1-0 e ganharam por 3-2. E a segunda em Madrid, na Liga dos Campeões, em Setembro, quando viraram de 0-1 para 2-1 contra o Atlético. O Benfica não conseguia virar um jogo da Liga portuguesa fora de casa desde Março do ano passado, quando ganhou por 3-1 em Arouca depois de estar a perder por 1-0.   - O Benfica obteve ainda a sexta vitória consecutiva, depois do empate a zero contra o U. Madeira, a 15 de Dezembro. Iguala assim a série de seis vitória conseguidas entre Fevereiro e Março de 2015. Para se encontrar uma série maior é preciso ir às sete que a equipa somou entre Dezembro de 2014 e Janeiro de 2015.   - Ganhando o jogo de abertura da segunda volta, quando na época passada o tinham perdido (1-0 em Paços de Ferreira), os encarnados diminuíram a distância pontual que os separa da equipa que foi campeã em 2014/15. Essa equipa tinha 46 pontos à 18ª jornada, enquanto que a atual soma 43.   - Em contrapartida, os 47 golos que o Benfica fez nas primeiras 18 jornadas, e que lhe permitem continuar a ser o ataque mais realizador da competição, correspondem ao ano de melhor produção atacante da equipa encarnada desde 2009/10. Nessa época, a primeira de Jesus, o Benfica tinha feito mais um golo: 48 em 18 jornadas.   - Ao perder, o Estoril confirmou que este está a ser o seu pior meio-campeonato desde que voltou à Liga. Continua com 20 pontos em 18 jogos, menos cinco do que tinha há um ano, com José Couceiro aos comandos. Com Marco Silva, os canarinhos somavam 30 pontos em 2013/14 e 22 em 2012/13. Para encontrar pior que os atuais 20 pontos é preciso recuar a 2004/05, o ano em que a equipa estorilista desceu pela última vez, e em que chegou à 18ª jornada com 18 pontos.   - Pizzi fez o golo da vitória do Benfica no Estoril (2-1). Foi o terceiro neste mês de Janeiro e o quarto que fez esta época, igualando já a produção goleadora das últimas duas temporadas, no Espanyol (quatro golos em 2013/14) e no Benfica (outros quatro em 2014/15). Melhor só os oito golos no Deportivo em 2012/13 e os onze no Paços de Ferreira, em 2010/11. Nesta época tinha como treinador Rui Vitória.   - Jonas falhou mais uma vez a trilogia de golos em jogos consecutivos. Ficou em branco pela primeira vez na vida contra o Estoril, a quem até aqui marcara sempre, mas assistiu Pizzi para o golo da vitória e é agora não só o melhor marcador da Liga (com 18 golos) mas também o melhor assistente do Benfica, com sete passes decisivos, tantos como Gaitán.   - Mitroglou voltou a marcar saído do banco. Já tinha estado entre os goleadores na vitória frente ao Nacional (4-1) na jornada anterior e repetiu a gracinha agora, estabelecendo o empate contra o Estoril, no jogo que os encarnados acabaram por ganhar. Foi a terceira vez que o grego marcou golos em jogos consecutivos, pois já o tinha feito contra Belenenses (6-0) e Astana (2-0) em Setembro e contra Atl. Madrid (1-2) e V. Setúbal (4-2) em Dezembro.   - Leo Bonatini, que já leva 13 golos esta época, 10 dos quais na Liga, já igualou o total de golos dos dois melhores marcadores do Estoril numa época inteira desde que a equipa da Linha voltou à I Liga. Tal como Bonatini, Steven Vitória (em 2012/13) e Evandro (em 2013/14) acabaram a época com 13 golos (ainda que ambos com 11 na Liga). Mas os dois tiveram a época inteira para lá chegar.   - Os golos de Bonatini têm uma particularidade adicional, rara num ponta-de-lança. É que vêm sempre sós. Se por um lado isso pode ser mau, porque não se lhe vê um bis ou um hat-trick, por outro é excelente, porque quase nunca saiu de um jogo em branco. Esta época, marcou em 13 dos 21 jogos em que participou. E das oito vezes em que ficou em branco, o Estoril perdeu sete. O jogo com o Benfica foi apenas o segundo em que, tendo ele marcado, o Estoril saiu derrotado – o outro foi o 3-2 frente ao Oriental, na Taça da Liga.   - Pawel Kieszek, que tinha feito o jogo 100 na Liga contra o Benfica, na Luz, na primeira volta (derrota por 4-0) e que também se estreara na prova contra os encarnados, pelo Sp. Braga, em Fevereiro de 2008 (empate a uma bola), voltou a ver o Benfica assinalar-lhe um momento especial: desta vez fez o 50º jogo na baliza do Estoril.   - Diogo Amado fez o 100º jogo na Liga portuguesa nesta derrota contra o Benfica. Dos 100, 15 foram com a camisola da U. Leiria – entre eles a estreia, lançado por Pedro Caixinha num empate a zero contra o Beira Mar, em Agosto de 2010 – e os restantes 85 pelo Estoril.
2016-01-17
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Sempre que defrontou o Estoril, Jonas, o jogador mais em forma no Benfica, bisou. Aconteceu nos 6-0 de Fevereiro e nos 4-0 de Agosto, sempre na Luz. Aliás, nos últimos três confrontos entre Benfica e Estoril houve sempre um benfiquista a bisar: antes de Jonas tal já acontecera a Talisca, autor de dois golos nos 3-2 com que os encarnados ganharam na Amoreira, em Setembro de 2014. Se Jonas é o maior candidato a manter a tradição, é verdade também que há outra, recente, a jogar contra ele: esta época, depois de dois jogos com golos, tem aparecido sempre um zero na sua conta pessoal. Jonas segue, neste momento, para mais uma tentativa de alinhar os tais três jogos seguidos a fazer golos. Em Agosto e Setembro, marcou ao Moreirense (3-2) e bisou ao Belenenses (6-0), mas depois ficou em branco nos 2-0 ao Astana. Depois, em Outubro e Novembro, marcou a Tondela (4-0) e Galatasaray (2-1), ficando a zero na receção ao Boavista (2-0) que completaria a trilogia. Vai agora para a terceira tentativa da época de alinhar três jogos seguidos com golos, depois de ter bisado nos 6-0 ao Marítimo e feito o segundo hat-trick da sua carreira benfiquista nos 4-1 ao Nacional, naquele que indiscutivelmente é o seu melhor momento da época. A última vez que Jonas marcou em três jogos seguidos foi ainda na época anterior. Foi em Abril que o brasileiro alinhou mesmo três bis consecutivos nos jogos com o Nacional (3-1), Académica (5-1) e Belenenses (2-0). Travou, aí, ao quarto jogo, o empate a zero com o FC Porto que, no entanto, servia perfeitamente os propósitos dos encarnados na corrida para o título.   - O Benfica segue na melhor série de resultados da época, pois ganhou os últimos cinco jogos: 3-1 ao Rio Ave, 1-0 ao Nacional, 1-0 ao V. Guimarães, 6-0 ao Marítimo e 4-1 ao Nacional.  Procura a sexta vitória consecutiva depois do empate a zero com o U. Madeira, série que não consegue desde Fevereiro e Março, quando bateu sucessivamente V. Setúbal (duas vezes por 3-0), Moreirense (3-1), Estoril (6-0), Arouca (3-1) e Sp. Braga (2-0). Encalhou a 21 de Março na visita ao Rio Ave, que perdeu por 2-1.   - O Estoril vem de ser afastado da Taça de Portugal, devido à derrota por 3-0 frente ao Rio Ave em Vila do Conde, mas interrompeu na última jornada uma série horrível de resultados na Liga, ao bater em casa o Belenenses por 2-0. Antes disso tinham sido dez jornadas seguidas sem ganhar, a pior série dos canarinhos desde 1993/94, quando não conheceram a vitória durante 13 jornadas seguidas e acabaram por descer de divisão.   - Leo Bonatini fez golos em seis dos últimos sete resultados úteis do Estoril, só tendo mesmo falhado na partida com o Caldas, mas porque não a jogou. De resto, marcou nos empates (1-1) com a Académica, o Nacional, o Boavista e o Marítimo e nas vitórias sobre o Penafiel (1-0) e o Belenenses (2-0). Com exceção da vitória por 1-0 sobre o Caldas, na Taça de Portugal, o Estoril não evita a derrota sem golos de Bonatini desde o empate com o Rio Ave (2-2), a 24 de Outubro.   - Kieszek pode fazer a 50ª partida na baliza do Estoril. A estreia foi em Eindhoven, contra o PSV (na derrota por 1-0, na Liga Europa, em Setembro de 2014) e até hoje o polaco alinhou em 41 jogos da Liga portuguesa, quatro da Taça de Portugal, três da Liga Europa e um da Taça da Liga.   - O Benfica ganhou todos os jogos que fez com o Estoril desde o fatídico empate a uma bola, na Luz, em Maio de 2013, que abriu caminho à perda da Liga, com a derrota no Dragão frente ao FC Porto na jornada seguinte. Esse jogo acabou empatado a uma bola (Jefferson para o Estoril e Maxi Pereira para o Benfica), mas desde então o Benfica venceu os canarinhos por cinco vezes, as duas últimas por margem ampla: 6-0 e 4-0, em casa.   - Fabiano Soares tem um registo muito negativo tanto no confronto com o Benfica como com Rui Vitória. Com o Benfica, em dois jogos, o seu Estoril soma duas derrotas e um score global de 0-10 (0-6 na época passada e 0-4 já nesta temporada, sempre na Luz). Contra Vitória, além dos 0-4 da jornada inaugural deste campeonato, há uma primeira derrota, em Maio, frente ao V. Guimarães, no Minho, por 2-0.   - Na Amoreira, o Benfica também ganhou as últimas cinco partidas, não deixando ali pontos desde Maio de 1993. Também esse empate (a zero) foi fatal para as aspirações encarnadas ao título, pois permitiu que o FC Porto aumentasse a distância para dois pontos, a uma jornada do final. Desde então, os encarnados ganharam sempre, duas vezes por mais de um golo de diferença: 3-0 em Fevereiro de 1994 e 3-1 em Janeiro de 2013.   - Na verdade, há quase 40 anos que o Estoril não ganha ao Benfica. A última vitória aconteceu em Junho de 1977, numa competição chamada Taça FPF que só se jogou nessa época de forma a encher o calendário após o final o campeonato. Os estorilistas impuseram-se nesse jogo por 3-2. No campeonato, não ganham desde Novembro de 1950, quando bateram os encarnados no Campo Grande pelo mesmo resultado: 3-2.   - O Benfica nunca perdeu na Liga com Vasco Santos a apitar. O pior que lhe aconteceu foi empatar três vezes em 13 partidas, a última das quais no terreno do Olhanense, no final da época de 2010/11. Já o Estoril só perdeu uma vez com o juiz do Porto e foi precisamente contra o Benfica: 3-2 na Amoreira, em 2014/15. Além disso, este foi o árbitro da vitória recente do Estoril no Dragão, frente ao FC Porto.
2016-01-15
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O FC Porto tem sido intratável nos jogos em casa a contar para a Liga. O último jogador a fazer-lhe ali um golo na principal competição nacional foi Lima, na vitória por 2-0 que o Benfica ali obteve, a 14 de Dezembro do ano passado. Desde então, a equipa sofreu golos na Taça da Liga e na Liga dos Campeões, mas em jogos do campeonato nacional já suplantou os mil minutos consecutivos sem ir buscar a bola ao fundo das redes. São, ao todo, 1025 minutos desde o tal golo de Lima. Lima fez na altura o 2-0 aos 55’. Depois disso, para a Liga, passaram pelo Dragão vários adversários, mas todos com o mesmo desfecho: vitória portista e zero na baliza azul-e-branca. A série teve início com um 4-0 ao V. Setúbal, continuou com um 3-0 ao Belenenses, um 5-0 ao Paços de Ferreira, um 1-0 ao V. Guimarães, um 3-0 ao Sporting, um 1-0 ao Arouca, um 5-0 ao Estoril, um 1-0 à Académica, um 2-0 ao Gil Vicente, outro 2-0 ao Penafiel e, já esta época, um 3-0 ao V. Guimarães. Pelo meio só ali marcaram golos M’Bala (Académica, na Taça da Liga, 4-1), Élio Martins (U. Madeira, Taça da Liga, 3-1) e Thiago Alcântara (Bayern, Liga dos Campeões, 3-1). Se no jogo de sábado o zero nas redes de Casillas subsistir até ao minuto 36, fica batido o recorde mais recente, que é de Helton, em 2007/08, quando a equipa azul e branca esteve 1060 minutos consecutivos sem sofrer golos em casa. Nessa altura a imbatibilidade durou entre o golo com que o belenense Zé Pedro fez a igualdade a uma bola no Dragão (a 2 de Novembro de 2007) e o primeiro dos três com que o Nacional ali ganhou, na penúltima jornada da competição (3 de Maio de 2008), obra de Fábio Coentrão. O objetivo seguinte serão então os 1127 minutos fixados em 1995/96 por Vítor Baía (com breve auxílio de Silvino, que o substituiu num dos jogos) entre os 2-1 ao Sporting (Ouattara, a 20 de Agosto de 1995) e os 6-2 ao Felgueiras (Lewis, a 11 de Fevereiro de 1996). Mas a esses números a equipa de Lopetegui não poderá chegar já nesta jornada.   - O Estoril vem numa sequência muito negativa em deslocações aos terrenos dos grandes para a Liga. Os 4-0 que encaixou já esta época na Luz sucedem-se a três derrotas igualmente pesadas na última Liga: 6-0 no terreno do Benfica, 5-0 frente ao FC Porto e 3-0 com o Sporting A última vez que o Estoril conseguiu fazer algo de positivo na visita a um grande foi em 2013/14, quando ganhou em Alvalade e no Dragão. O treinador ainda era Marco Silva.   - O portista Evandro, que tem estado fora do onze de Lopetegui e que chegou ao Dragão vindo do Estoril, estreou-se na Liga portuguesa a jogar no terreno de um grande (empate a dois golos com o Sporting em Alvalade, em Setembro de 2012) e marcou o golo da última vitória estorilista no Porto: 1-0 no Dragão em Fevereiro de 2014.   - O estorilista Matheus, filho do internacional brasileiro Bebeto, estreou-se na Liga portuguesa no Dragão, vergado a uma pesada derrota por 5-0, em Abril. Viu um cartão amarelo, a exemplo do que lhe aconteceu na outra ocasião em que visitou um grande (os 0-4 com o Benfica na Luz).   - O Estoril tem um campeão nacional no seu plantel. Trata-se do guarda-redes Kieszek, que fez um jogo pelo FC Porto rumo ao título de 2010/11 (10’ na vitória por 4-0 em Setúbal). O extremo Sebá, recentemente transferido para o Olympiakos, estava nas mesmas condições, tendo alinhado em quatro desafios na caminhada para o título de 2012/13.   - FC Porto e Estoril são das equipas mais faltosas da Liga. Os estorilistas cometeram, em média, 20 faltas por cada um dos dois primeiros jogos, ao passo que os portistas ficam um pouco abaixo, com 19,5. Acima dos dois só aparecem Sp. Braga (20,5) e Tondela (21,5).   - O FC Porto é, juntamente com U. Madeira (que só teve um jogo com ele) e Tondela (que nunca o apanhou em campo), a única equipa que ainda não perdeu com Duarte Gomes na Liga. Em 23 jogos dirigidos pelo árbitro de Lisboa, os dragões ganharam 17 e empataram seis. O Estoril também apresenta saldo positivo, com três vitórias e apenas duas derrotas em oito jogos, não tendo perdido nenhuma das cinco derradeiras partidas com este árbitro.
2015-08-27
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O guarda-redes polaco Pawel Kieszek deve somar, no domingo, o 100º desafio na Liga portuguesa. E fá-lo-á a defender as redes do Estoril nas mesmas balizas que lhe assinalaram a estreia, em Fevereiro de 2008. Nessa noite, lançado por Manuel Machado para um lugar que até ali pertencia a Paulo Santos, o polaco aguentou o empate, sofrendo apenas um golo, de Luisão, após livre de Rui Costa. Foi um arranque memorável, num palco onde o guarda-redes do Estoril também já conheceu um dos maiores desgostos da sua vida desportiva: perdeu na época passada por 6-0 e deixou escapar momentaneamente a titularidade.Apesar de um bom final de época em 2008, Kieszek passou a primeira metade da época seguinte (2008/09) na sombra de Eduardo. Acabou, por isso, por sair no mercado de Janeiro para o V. Setúbal, onde voltou a defrontar o Benfica, mas em casa: perdeu por 4-0, graças a dois golos de Nuno Gomes e outros dois de Cardozo. Voltou a Braga em 2009/10, mas apenas para voltar a ser suplente de Eduardo. André Vilas Boas chamou-o ao FC Porto em 2010/11, o que lhe permitiu ganhar a Liga e a Taça de Portugal, mas a jogar outra vez muito pouco, face à concorrência de Helton e Beto. O caminho foi por isso o estrangeiro: passou um ano no Roda, da Holanda, antes de voltar a Portugal, para representar o V. Setúbal.Em 2012/13 assumiu-se como titular do Vitória em finais de Agosto, depois de Caleb, a primeira aposta de José Mota, ter encaixado cinco golos do… Benfica (0-5 no Bonfim). Jogou a segunda volta, na Luz, mas perdeu por 3-0 (golos de Enzo Pérez, Lima e Rodrigo). José Mota continuava a não apostar firmemente nele na época seguinte, mas quando o treinador deu lugar a José Couceiro as coisas mudaram: Kieszek assumiu as redes vitorianas, perdeu no Bonfim por 2-0 (Rodrigo e Lima) mas contribuiu para o empate a uma bola na Luz, na penúltima jornada (golos de André Gomes e Rafael Martins). José Couceiro levou-o depois para o Estoril, onde o polaco dividiu as redes com Vagner. Foi ele, no entanto, que esteve nos dois jogos com o Benfica: 2-3 em casa (Diogo Amado e Kléber marcaram pelo Estoril, tendo Lima e Talisca, este por duas vezes, feito os golos do Benfica) e 0-6 na Luz (dois golos de Jonas, a que acresceram mais quatro de Luisão, Salvio, Lima e Pizzi). A goleada custou o lugar a Couceiro e o novo treinador – Fabiano Soares, que ficou para esta época – resolveu trocar de guarda-redes como terapia para o insucesso. Voltou Vagner, mas quatro semanas depois os 0-5 encaixados no Dragão devolveram tudo à fórmula inicial. Kieszek está assim na calha para o centésimo jogo na Liga (sofreu 134 golos nos primeiros 99) no palco que mais lhe diz em Portugal. - Esperarão os benfiquistas que com a saída de Jorge Jesus a equipa tenha afastado de vez a malapata que lhe vinha atormentando os inícios de campeonato, até porque Rui Vitória tem um histórico de bons arranques. Em seis épocas com Jesus, o Benfica só ganhou uma vez na primeira jornada (2-0 ao Paços de Ferreira, há um ano), tendo somado mais três empates (Braga e Marítimo em casa e Gil Vicente fora) e duas derrotas (Marítimo fora e Académica em casa). Já Rui Vitória perdeu apenas um dos cinco arranques de Liga que conta no seu histórico: no Paços de Ferreira, foi batido em Setúbal em 2011/12. De resto, três vitórias (contra o Sporting, Gil Vicente e Olhanense) e um empate (mais uma vez face ao Sporting). - No dia do jogo completam-se cinco anos exatos sobre a estreia do defesa central benfiquista Jardel na Liga portuguesa. Foi com a camisola do Olhanense, que tinha ido contratá-lo ao… Estoril, e saldou-se por um empate a zero, em casa, contra o V. Guimarães. - O Benfica conseguiu frente ao Estoril a maior goleada da última Liga: 6-0, como já se viu atrás. Mas em 2012/13 começou a perder a vantagem de que dispunha na Liga empatando em casa com este mesmo Estoril, empatando a um golo (marcou Maxi Pereira, a cancelar um golo de Jefferson).
2015-08-14
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