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Último Passe

Pinto da Costa já fez a sua parte ao vir dizer que a dupla de centrais formada por Felipe e Marcano é das melhores que alguma vez viu na sua longa permanência à frente do FC Porto – e nisso terá tido o seu quê de exagero. Mas, não sendo entusiasmante no plano ofensivo, esta equipa de Nuno Espírito Santo raramente se desequilibra e fundou na segurança defensiva de 746 minutos de jogo consecutivos sem sofrer golos o regresso a sério à luta pelo título. Nisso e no regresso de Brahimi, o proscrito que passou a servir que nem uma luva nas ideias atacantes do treinador. Djoussé pôs termo à longa imbatibilidade portista, que já durava desde o golo de Lisandro López no clássico com o Benfica, no Dragão, e fê-lo precisamente num lance em que bateu os dois centrais portistas, um após o outro. Não são piores jogadores por isso, mas há que reconhecer que grande parte da segurança defensiva desta equipa tem a ver com a opção por Danilo – em vez de Ruben Neves, por exemplo, que é um jogador ofensivamente muito mais entusiasmante mas menos imponente nos duelos – ou com o facto de os laterais – sobretudo Layun e Teles – terem como motivação fundamental a manutenção da posição, procurando muito o desequilíbrio desde trás em detrimento de uma maior projeção no meio-campo adversário. Se é verdade que as equipas se constroem desde trás, então Nuno Espírito Santo está a fazer bem. As vitórias, porém, só começaram a surgir quando o treinador contrabalançou tanta contenção com mais criatividade na frente, através das entradas de Corona e Brahimi no onze. O primeiro nunca esteve verdadeiramente fora, mas acabou por ganhar a posição a jogadores mais contidos, como Herrera ou André André. O segundo estava com pé e meio fora da equipa, com guia de marcha anunciado para Janeiro, antes de contribuir com três golos nos três últimos jogos. Contra o Marítimo, foi ele que desbloqueou o marcador com um golo de autor, como foi ele que depois colocou André Silva na cara do guarda-redes para o 2-0. Janeiro, se é preocupação, será sobretudo por causa da perda de Brahimi, que nessa altura seguirá para a seleção para jogar a Taça de África das Nações e dará outra vez o lugar a Otávio.
2016-12-15
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Último Passe

A vitória (2-1) sobre o FC Porto em Alvalade permitiu ao Sporting assumir a liderança isolada da Liga pela primeira vez desde a derrota contra o Benfica naquele mesmo palco, em Março, e deixou Jorge Jesus nas condições ideais para atacar Setembro, quando regressar a competição e já estiver o mercado encerrado. Os leões ganharam com justiça, num jogo intenso, no qual o FC Porto até começou melhor, mas onde Jesus corrigiu a tempo o erro tantas vezes repetido de colocar Bryan Ruiz ao meio. Muito do jogo do Sporting se baseia nas movimentações e na intensidade dos dois homens da frente, na forma como Slimani busca a profundidade ou a largura e como o seu parceiro o compensa ou se aproxima do meio-campo. Com Ruiz ali em vez de estar à esquerda, a equipa leonina foi perdendo a batalha do meio-campo, setor onde o trio portista, formado por Danilo, Herrera e André André, se impunha com naturalidade a William e Adrien, desamparados face à falta de genica do costa-riquenho. Havia sempre um portista a soltar-se para lançamentos capazes de aproveitar as diagonais de André Silva para o espaço entre o central e o lateral do Sporting, pelo que foi com alguma naturalidade que os dragões se adiantaram bem cedo no jogo. Foi de livre, à semelhança da abertura do marcador no jogo de Roma, desta vez de Layun para Felipe. O resto do jogo, contudo, foi muito diferente do de terça-feira. Porque Jesus reagiu a tempo e devolveu Ruiz ao lugar onde faz mais sentido, que é na esquerda, derivando Bruno César para o meio. Com o brasileiro ali, os leões ganharam ascendente e foram capazes de virar o marcador. O 1-1 saiu de um livre marcado por Bruno César ao poste, de uma primeira recarga de Gelson e de uma segunda de Slimani, a impedir que Casillas fizesse uma segunda defesa. E o 2-1 de um belo remate de Gelson, depois de beneficiar de um ressalto em Ruiz de uma bola mal aliviada por Felipe. Após o intervalo, Nuno Espírito Santo tentou mexer com o jogo, mas as coisas não lhe saíram bem. Oliver fez a estreia, entrando para o meio, com a passagem de Herrera para a direita,  mas mostrou que ainda não está em condições de ser a mais-valia que será assim que compreender melhor a equipa. Depoitre e Adrian Lopez entraram depois, na tentativa de dar outra acutilância ao ataque, mas por essa altura já o Sporting reforçara o meio-campo com Bruno Paulista e só não aproveitou o balanceamento do adversário porque Campbell também ainda não parece preparado. Sporting e FC Porto enfrentam agora duas semanas de paragem nas quais terão de fechar os planteis e de dar aos novos elementos a capacidade de compreender melhor as dinâmicas  coletivas. O primeiro clássico da época mostrou que há ali matéria prima para se trabalhar.
2016-08-28
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Último Passe

Por mais facilitada que tenha sido pelo descontrolo emocional do adversário, que fruto disso jogou meio desafio apenas com nove homens, a vitória do FC Porto em Roma (3-0) e o acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões constituem um sucesso ao mesmo tempo indiscutível e vital do grupo dirigido por Nuno Espírito Santo. Ao contrário do que tinha sucedido na primeira mão, desta vez os portistas entraram ligados no jogo, concentrados, e foram os italianos que pareciam adormecidos, excessivamente confiantes na vantagem que o empate com golos no Dragão lhes conferia e seguros de que o apuramento não lhes pedia esforço nenhum. É que o jogo, desta vez, não permitia quaisquer contemplações à equipa portuguesa, que aproveitou bem a necessidade de ir à procura de um resultado que a qualificasse. E se em algum momento a coisa se complicou, foi precisamente quando pareceu demasiado fácil. A chave da vitória portista esteve na entrada intensa, por oposição ao início mais passivo de há uma semana. A pressionar alto, a atrapalhar a saída de bola dos italianos, a recuperar muitas bolas bem dentro do meio-campo ofensivo, o FC Porto marcou logo aos 8 minutos, num cabeceamento de Felipe, após livre de Otávio. É verdade que as linhas portistas depois foram baixando e que a Roma foi conquistando cantos atrás de cantos (9-0 ao ingtervalo), mas quando a equipa de Luciano Spalleti começava a tornar-se ameaçadora, De Rossi fez-se expulsar, ainda antes do intervalo, por uma entrada de sola sobre Maxi Pereira. E se a expectativa acerca do que poderia fazer a Roma com dez na segunda parte, numa espécie de 3x4x2, era grande, depressa se perdeu, porque Emerson também foi expulso, por falta semelhante sobre Corona, logo aos 50’. Com onze contra nove, o FC Porto teria de fazer muita asneira para não seguir em frente. E foi aí que a coisa se complicou. Nos 23 minutos entre a expulsão de Emerson e o golo de Layun, o que se viu foi um jogo partido, com finalizações nas duas balizas, algo que face à flagrante superioridade numérica de que dispunha o FC Porto não devia ter permitido. Nuno Espírito Santo, que já trocara o lesionado Maxi por Layun, tentou ganhar consistência na posse com a entrada de Sérgio Oliveira e velocidade no contra-ataque através de Adrián López. A Roma, por sua vez, mandava-se com todos para a frente, porque precisava de empatar para pelo menos forçar o prolongamento, e Perotti e Naingollan ainda tiveram um par de situações nas quais perderam o empate – fundamental o corte de Layun na perdida do argentino. Ao mesmo tempo, o FC Porto ia desperdiçando também ataques rápidos nos quais chegava perto da área em quatro para três ou até três para dois. Até que o golo de Layun, numa dessas situações, sentenciou a eliminatória a favor da equipa portuguesa. Corona ainda fez o 3-0, mas nessa altura já os romanos tinham entregue os pontos, como se via no semblante carregado de Totti, várias vezes apanhado pela realização televisiva com um ar incrédulo de desalento. A vitória e a presença na fase de grupos da Liga dos Campeões pode ser aquilo de que este FC Porto mais precisava para arrancar para uma temporada consistente. Não só porque o encaixe financeiro garantido lhe permitirá ir ao mercado buscar os reforços de que o treinador necessita, mas também porque a equipa entrará em Alvalade, no domingo, mais solta, mais confiante nas suas hipóteses de enfrentar aquela que, no seu terreno, tem sido a besta negra dos dragões.
2016-08-23
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A visita ao Luxemburgo parece ser a ocasião ideal para a seleção de Fernando Santos ultrapassar o que já começa a ser um aspeto criticado pelos adeptos e a que podemos chamar o “trauma da vantagem mínima”, evitando igualar um recorde histórico que data do pós-Saltillo. A equipa de Santos ganhou todos os jogos de competição que fez e saiu em primeiro do seu grupo de qualificação para o Europeu, o que é notável e vale mais do que qualquer estatística, mas nem em jogos competitivos nem em particulares ganhou uma única vez por mais de um golo de diferença. Desde o jogo de preparação contra a Rep. Irlanda, nos Estados Unidos, antes do Mundial de 2014, vencido por 5-1 ainda com Paulo Bento no banco que Portugal não ganha por mais de um golo a ninguém. São já 17 jogos, a um do máximo no historial da seleção, que está fixado em 18 partidas sem uma vitória confortável. Desde esse jogo com a Rep. Irlanda, a 11 de Junho de 2014, em New Jersey, Portugal fez 17 jogos, ganhando dez, empatando um e perdendo os restantes seis. Nos dez que ganhou, fê-lo sempre por um golo de diferença: 2-1 ao Gana, ainda no Mundial e por duas vezes à Sérvia, na qualificação do Europeu; 1-0 por duas vezes à Dinamarca, bem como à Arménia, à Argentina, à Itália e à Albânia; e 3-2 na Arménia. Com o empate frente aos Estados Unidos (2-2, no Mundial) e as derrotas contra Alemanha (4-0), Albânia (1-0), França (2-1 e 1-0), Cabo Verde (2-0) e agora Rússia (1-0) são já 17 jogos sem ganhar um por mais de um golo. Ora o máximo histórico da seleção de Portugal está em 18 jogos seguidos sem uma vitória por pelo menos dois golos de diferença e foi estabelecido entre Fevereiro de 1986 e Março de 1989. Também com um Mundial a correr mal pelo meio. Nessa altura, depois de ganhar por 2-0 ao Luxemburgo, num particular, em Fevereiro de 1986, e até golear Angola por 6-0 noutro jogo de preparação, em Março de 1989, Portugal fez 18 jogos, ganhando apenas seis, empatando sete e perdendo cinco. As seis vitórias foram pela margem mínima, sempre por 1-0: à Inglaterra, na fase final do Mundial do México; à Bélgica num particular; à Suècia, em Estocolmo, no regresso dos proscritos de Saltillo; a Malta, na despedida da qualificação para o Europeu de 1988; e ao Luxemburgo, na abertura do apuramento para o Mundial de 1990. Esse apuramento para o Mundial, curiosamente, marca também a última partida entre Portugal e o Luxemburgo que não acabou com vitória lusitana, pois o jogo no Luxemburgo acabou empatado a uma bola. Desde esse empate, em 1991, Portugal ganhou sempre e em seis dos sete jogos fê-lo por mais de um golo. A exceção foi em Setembro de 2012, na qualificação para o Mundial do Brasil, em que os portugueses se impuseram apenas por 2-1.   - Após a derrota na Rússia (1-0), Portugal procurará ainda evitar ficar dois jogos seguidos sem ganhar, algo que já não lhe acontece desde a mudança de selecionador. Em Setembro do ano passado, a seleção perdeu em casa com a Albânia (1-0), naquele que acabou por ser o último jogo de Paulo Bento aos comandos, saindo depois também derrotada do primeiro desafio de Fernando Santos, um particular com a França em Paris (2-1).   - Essa foi também a última série de duas derrotas consecutivas da seleção nacional. Para se encontrarem duas derrotas seguidas com o mesmo selecionador no banco é preciso recuar a Junho de 2012, quando Paulo Bento perdeu o último particular antes do Europeu, por 3-1, com a Turquia, e depois saiu derrotado na estreia na prova, por 1-0 contra a Alemanha. A equipa acabou por só cair nas meias-finais, nos penaltis, contra a Espanha.   - O Luxemburgo vem de uma significativa vitória sobre a Grécia, por 1-0, com golo de Joachim já nos descontos. Na qualificação para o Euro’2016 também ganhou um jogo: 1-0 à Macedónia, com golo de Thill, também nos descontos. Já no apuramento para o Mundial de 2014 ganhara apenas uma vez: 3-2 à Irlanda do Norte. Mas aí o golo da vitória chegou mais cedo, obra de Jänisch, a três minutos do fim.   - Portugal fez 14 jogos com o Luxemburgo e só não ganhou dois, ambos fora. Perdeu por 4-2 em 1961, em desafio marcado pela estreia de Eusébio (que marcou um golo), e empatou a uma bola em 1991, na noite em que se estreou Figo.  Isto é: dois dos três Bolas de Outro do futebol português deram os primeiros passos na seleção no Luxemburgo. Desta vez não há estreias em perspetiva.   - Postiga marcou nos últimos três jogos entre Portugal e o Luxemburgo. Fez um golo nos 5-0 de Agosto de 2011, outro nos 2-1 de Setembro de 2012 e mais um nos 3-0 de Outubro de 2013.   - Depois de atingir a quota de 19 estreantes no jogo com a Rússia, no qual deu a primeira internacionalização a Gonçalo Guedes, Ruben Neves, Lucas João e Ricardo Pereira, Fernando Santos não tem mais novos internacionais na calha. Ainda assim, com apenas um ano e um mês no cargo, está a apenas cinco estreias de Paulo Bento, que promoveu 24 jogadores à seleção, mas em quatro anos. No passado recente, só Carlos Queiroz (35 estreantes em duas passagens, de sensivelmente dois anos cada), António Oliveira (31 estreantes, também em duas passagens de dois anos cada), Luiz Felipe Scolari (30 estreantes em cinco anos) e Paulo Bento (24 em quatro anos) superam a quota de Fernando Santos.
2015-11-16
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Portugal ganhou os últimos cinco jogos de competição, desde a derrota em Aveiro com a Albânia, na despedida de Paulo Bento. A equipa de Fernando Santos igualou assim a série de cinco vitórias consecutivas em competição obtidas pelo ex-selecionador quando este chegou para substituir Carlos Queiroz ou até pelo próprio Queiroz, quando arrancou para garantir a presença na fase final do Mundial de 2010. Resta-lhe manter a velocidade para uma sexta partida, de forma a pelo menos igualar a melhor série em competição da equipa nacional, fixada por uma equipa de Luiz Felipe Scolari em 2005 e 2006. Depois de perder com a Albânia em Aveiro, Portugal voltou a ser derrotado três vezes, mas todas em jogos particulares. Dois deles tiveram como denominador comum a França, besta negra da equipa nacional: 1-2 em Paris, em Outubro do ano passado, na estreia de Fernando Santos, e 0-1 em Alvalade, no mês passado. O outro foi um particular com Cabo Verde, em Março, onde o 0-2 final castigou uma equipa cheia de segundas escolhas, pois os titulares tinham batido a Sérvia 48 horas antes e estavam regulamentarmente proibidos de dar o seu contributo. Em competição, porém, a derrota com a Albânia foi o último jogo que Portugal não ganhou. Desde então, a equipa nacional soma cinco vitórias consecutivas. Todas pela margem mínima, algumas nos descontos, mas são sempre cinco vitórias: 1-0 fora à Dinamarca (golo de Ronaldo aos 90+5’); 1-0 no Algarve à Arménia; 2-1 à Sérvia na Luz; 3-2 na Arménia e 1-0 na Albânia (golo de Veloso aos 90+2’). A equipa atual igualou assim duas das melhores séries da sua história, estabelecidas em 2010 e 2011 pela comandada por Paulo Bento e em 2009 pela dirigida por Carlos Queiroz. Quando Paulo Bento chegou à seleção, no rescaldo da derrota com a Noruega em Oslo, esta também alinhou cinco vitórias competitivas seguidas: 3-1 à Dinamarca, 3-1 na Islândia, 1-0 à Noruega, 4-0 em Chipre e 5-3 à Islândia, perdendo a sexta partida… com a Dinamarca (1-2 em Copenhaga). Por sua vez, em Setembro de 2009, quando a qualificação para a fase final do Mundial de 2010 estava muito comprometida, após um empate com a mesma Dinamarca em Copenhaga (1-1), a equipa de Carlos Queiroz cerrou fileiras e chegou às mesmas cinco vitórias seguidas: 1-0 na Hungria, 3-0 à mesma Hungria em casa, 4-0 a Malta e duas vezes 1-0 no play-off com a Bósnia. A série foi interrompida já na África do Sul, com o empate sem golos frente à Costa do Marfim, na abertura portuguesa do Mundial. Melhor que estas duas séries só se encontra uma na história da seleção nacional. Foi fixada em seis vitórias seguidas pela equipa que chegou ao terceiro lugar no Mundial de 2006 – e nem as de 1966, 1984 ou 2000, todas elas terceiras classificadas em grandes provas, lá chegara. A seleção dirigida por Luiz Felipe Scolari vinha de um empate com a Rússia, em Moscovo, em Setembro de 2005, e ganhou os seis jogos de competição que se seguiram: 2-1 ao Liechtenstein, 3-0 à Letónia e, já na fase final do Mundial, 1-0 a Angola, 2-0 ao Irão e 2-1 ao México. Encalhou ao sétimo jogo, o empate (0-0) com a Inglaterra que, mesmo assim, fruto do sucesso nos penaltis, até soube a vitória.   - Cristiano Ronaldo marcou golos em três dos últimos quatro jogos que Portugal fez com a Dinamarca, com a curiosidade de o ter feito sempre nos desafios realizados em Outubro: a vitória por 1-0 em Copenhaga no ano passado, a derrota fora por 2-1 em 2011 e a vitória por 3-1 no Dragão em 2010. A exceção foi a vitória portuguesa por 3-2 na fase final do Euro’2012, em que os golos portugueses pertenceram a Pepe, Postiga e Varela. Mas esse jogo foi em Junho.   - Ronaldo segue com uma média muito boa, de 10 golos em 11 jogos esta época (contando os jogos de competição do Real Madrid e as partidas oficiais de seleção). Mas em oito desses jogos ficou em branco, fazendo os dez golos nas outras três: dois ao Malmö, três ao Shakthar e cinco ao Espanyol.   - Só a derrota impedirá Portugal de se qualificar já para a fase final do Europeu. Ora Portugal só perdeu três em 15 jogos com os dinamarqueses, dois deles em Copenhaga: 4-2 num amigável em 2006; 3-2 em Alvalade na qualificação para o Mundial de 2010 e 2-1 em Copenhaga no apuramento para o Europeu de 2012.   - Portugal marcou sempre pelo menos um golo nos jogos com a Dinamarca, tendo vencido dez das quinze partidas realizadas com este adversário. O mais perto que esteve de ficar em branco foi há um ano, quando ganhou em Copenhaga por 1-0 com um golo de Ronaldo ao quinto minuto de compensação.   - Em contrapartida, a Dinamarca não sofre golos desde Novembro do ano passado, quando ganhou por 3-1 à Sérvia em Belgrado. São 356 minutos com a baliza de Kasper Schmeichel a zeros. O problema é que também não marca desde Junho, quando venceu a mesma Sérvia por 2-0 no Parken, de Copenhaga. São 183 minutos sem chegar ao golo, pois a esta vitória sucederam-se empates a zero com a Albânia e a Arménia.
2015-10-07
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