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O Sporting entra em campo, frente ao Moreirense, com o intuito de vencer e recuperar, ainda que à condição – pois o Benfica só joga na segunda-feira – a liderança da Liga, mas há outro encontro com a história à mercê dos leões. Basta à equipa de Jorge Jesus repetir os quatro golos marcados na época passada naquele campo para chegar ao centenário de tentos marcados esta época. Os leões somam neste momento 96, entre todas as competições, sendo 64 na Liga, 15 na Liga Europa, nove na Taça de Portugal, quatro na Taça da Liga, três no play-off da Champions e um na Supertaça. Se chegarem aos 100, fazem-no pela segunda época seguida, pois já em 2014/15 terminaram a competição com 105. Para que se veja a importância da proeza, há que dizer que a última vez que o Sporting marcou pelo menos 100 golos em duas épocas seguidas foi entre 1961 e 1963. Há mais de 50 anos, portanto. Em 1961/62 os leões acabaram a época com 101 golos marcados – tendo chegado ao centésimo por Monteiro, na 40ª partida oficial, uma derrota por 4-3 com o Belenenses, na Taça de Portugal – e em 1962/63 fizeram 125 – tendo atingido o 100º por Figueiredo, ao 36º jogo, uma vitória por 2-1 frente ao V. Setúbal. Desde então, contam-se pelos dedos de uma mão as vezes em que os leões fizeram pelo menos 100 golos numa época desportiva. Marcaram 119 em 1973/74, tendo chegado aos 100 ao 36º jogo, por Marinho, que fez o tento solitário na derrota (1-2) com o Magdburg, nas meias-finais da Taça das Taças. Depois disso, os 100 golos só apareceram em 2001/02, tendo o golo 100 chegado por intermédio de Jardel, ao 44º jogo, um empate caseiro com o Benfica (1-1). Em 2004/05, a equipa de Peseiro também superou a marca do centenário, mas o centésimo golo apareceu numa tarde de infelicidade: marcou-o Rogério ao 51º jogo da temporada, a derrota na final da Taça UEFA frente ao CSKA Moscovo. Por fim, na época passada, o golo 100 apareceu também ao 51º jogo, marcado por Tobias Figueiredo na vitória por 4-1 sobre o Sp. Braga. Esta época, os leões podem superar a marca em temos de rapidez a chegar aos 100 golos, pois o jogo em Moreira de Cónegos será apenas o 47º de uma temporada que, suceda o que suceder, terminarão com 51 jogos oficiais realizados. Para Jorge Jesus é que nada disto é novidade, pois já vem com seis épocas seguidas a ver as suas equipas a marcar pelo menos 100 golos. Todas desde que chegou ao Benfica, em 2009, e onde interrompeu uma série de 15 anos sem que os encarnados chegassem à centena de golos. Ainda assim, Jesus já não pode bater a sua própria melhor marca em termos de rapidez – estabelecida em 2009/10, quando o seu Benfica chegou ao 100º golo em 41 jogos – sendo quase impossível atingir também o seu máximo de uma só época, que foi também em 2009/10, quando o Benfica acabou os seus 51 jogos oficiais com 124 golos. Faltam-lhe 28.   Jorge Jesus e Miguel Leal defrontaram-se seis vezes e Jesus ganhou sempre. A estreia foi em Fevereiro de 2014, quando o Benfica de Jesus foi ganhar fora ao Penafiel de Leal, em jogo da Taça de Portugal, mas com muita dificuldade: marcou Sulejmani, a apenas seis minutos do fim. Houve mais quatro confrontos entre o Benfica de Jesus e o Moreirense de Leal, todos em 2014/15: duas vezes 3-1 para a Liga, 2-0 para a Taça da Liga e 4-1 para a Taça de Portugal. Pelo Sporting, Jesus repetiu o resultado nos dois confrontos para a Liga: 3-1 em Alvalade.   Jorge Jesus já treinou o Moreirense, em 2004/05, tendo sido ali que conheceu a última descida de divisão. Chegou à equipa a sete jornadas do fim, em substituição de Vítor Oliveira, que a deixara em 17º lugar, a um ponto da linha de água. Perdeu os dois primeiros jogos – um deles contra o Sporting, por 3-1 – e somou depois três empates e duas vitórias, acabando a Liga em 16º lugar, mas a quatro pontos da salvação.   André Fontes e Danielson, do Moreirense, fizeram a estreia na Liga a jogar contra o Sporting. O médio foi lançado por Rogério Gonçalves na derrota (0-2) da Académica em casa, a 30 de Agosto de 2009. Melhor sorte teve o defesa central brasileiro: Carlos Brito lançou-o como titular na contundente vitória do Rio Ave, por 4-0, a 24 de Abril de 2004.   O Moreirense ainda não ganhou um único jogo em casa em 2016. As quatro vitórias que tem este ano surgiram todas como visitante: 3-0 ao Boavista, 2-1 ao Arouca, 1-0 ao U. Madeira e 1-0 ao V. Setúbal. A última vitória no Joaquim Almeida de Freitas experimentou-a a 20 de Dezembro, quando recebeu e bateu o Nacional por 2-0, graças a um bis de Rafael Martins. Depois disso, o melhor que conseguiu foram dois empates (0-0 com o mesmo Nacional, para a Taça da Liga, e 2-2 com a Académica), tendo perdido os restantes sete jogos.   O Sporting sofre golos há cinco jogos seguidos, não mantendo a baliza a zeros desde o empate (0-0) em Guimarães, a 29 de Fevereiro. Depois disso, perdeu por 1-0 com o Benfica, ganhou 2-1 ao Estoril, 5-1 ao Arouca, 5-2 ao Belenenses e 3-1 ao Marítimo. Está ainda a duas partidas da pior série defensiva da época, que lhe aconteceu logo no início da época, após a vitória sobre o Benfica (1-0) na Supertaça. Nessa altura foram sete jogos seguidos sempre a sofrer golos: 2-1 ao Tondela, 2-1 ao CSKA Moscovo, 1-1 com o Paços de Ferreira, 1-3 na segunda mão com o CSKA, 3-1 à Académica, 2-1 ao Rio Ave e 1-3 com o Lokomotiv Moscovo. Essa série foi interrompida a 21 de Setembro, com o 1-0 ao Nacional em Alvalade.   De fora das escolhas de Miguel Leal no Moreirense estará Iuri Medeiros, o extremo emprestado pelo Sporting que esteve na origem de todos os golos apontados pela equipa nos últimos cinco jogos. Desde que Rafael Martins marcou ao Tondela, a 28 de Fevereiro, numa recarga, sempre que a equipa chegou ao golo houve esse denominador comum: Iuri assistiu Nildo Petrolina para o golo da vitória em Setúbal (1-0), deu a Boateng o primeiro golo e sofreu o penalti no seguimento do qual Rafael Martins fez o segundo ndo empate com a Académica (2-2), pertencendo-lhe ainda a assistência para o golo de Evaldo no recente empate em Braga (1-1).   Simani bisou nas últimas duas saídas do Sporting. Marcou os dois golos nos 2-1 ao Estoril, no António Coimbra da Mota, e dois dos cinco com que o Sporting ganhou ao Belenenses (5-2) no Restelo. Antes do 0-0 em Guimarães, a última saída na qual Slimani não fez mossa, o avançado argelino já tinha bisado em três jogos fora seguidos na Liga: 6-0 em Setúbal, 3-1 em Paços de Ferreira e 4-0 ao Nacional na Choupana.   O Moreirense ganhou duas vezes em 14 jogos contra o Sporting: por 1-0, com golo de Manoel – que depois viria a representar os leões – em Setembro de 2003, e por 3-2, após prolongamento, na Taça de Portugal, em Outubro de 2012. Nas duas últimas épocas em que estiveram na Liga, os cónegos conseguirem sempre pelo menos um ponto contra os lisboetas: empataram a dois golos em casa em Novembro de 2012 e a uma bola em Alvalade em Dezembro de 2014.   Este confronto tem sido o paraíso para quem gosta de golos. Nas últimas nove vezes que estiveram frente a frente, as duas equipas marcaram sempre golos. O último zero que se verificou entre ambos foi em Fevereiro de 2004, quando o Sporting se impôs ao Moreirense por 1-0 em Alvalade, graças a um golo de Rochemback.   O Moreirense-Sporting já se jogou com Jorge Jesus no banco da equipa minhota. Faz na segunda-feira onze anos – a 18 de Abril de 2005 – que os cónegos receberam os leões num sprint final na Liga para tentarem evitar a despromoção, mas perderam por 3-1. Douala, Sá Pinto e Liedson fizeram os golos dos lisboetas, à data orientados por José Peseiro, tendo o brasileiro Fernando feito o golo da equipa da casa.
2016-04-16
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O Sporting vai receber o Moreirense em Alvalade no que vai ser um duelo entre duas das defesas que melhor se têm portado nas últimas jornadas da Liga. Os leões são a equipa há mais tempo sem sofrer golos na competição, com 458 minutos de imbatibilidade, mas à frente dos 345 minutos a zeros do Moreirense só aparece mais uma equipa: o Benfica, com 414. Um golo pode chegar para resolver o desafio de Alvalade. Essa tem sido, aliás, a norma dos últimos jogos do Sporting na Liga. Depois de ganhar por 5-1 ao V. Guimarães, a 4 de Outubro, quando sofreu o seu último golo nesta prova (marcou-o o central vimaranense Josué, na sequência de um canto), a equipa de Jorge Jesus fechou a porta guardada por Rui Patrício e impôs-se por 3-0 ao Benfica e por 1-0 a Estoril, Arouca, Belenenses e Marítimo. Os zeros defensivos, porém, têm sido guardados apenas para os jogos da Liga, uma vez que desde essa altura o Sporting sofreu golos em quase todos os jogos que fez para outras competições: ganhou por 5-1 ao Skenderbeu, perdeu por 3-0 com a mesma equipa albanesa, ganhou por 2-1 ao Benfica, por 4-2 ao Lokomotiv e por 3-1 ao Besiktas. A exceção foram os 4-0 ao Vilafranquense (dos distritais), na Taça de Portugal. O Moreirense, por sua vez, não sofre golos desde o empate (1-1) em Coimbra, com a Académica, a 1 de Novembro. Obiorah bateu Stefanovic logo aos 15’ dessa partida, mas o guarda-redes sérvio já leva, desde então, 345 minutos sem sofrer golos, fruto das vitórias por 2-0 contra o Paços de Ferreira e por 1-0 frente ao Rio Ave e do empate sem golos com o Sp. Braga.   - Stefanovic, que não sofre golos há 345 minutos e está num excelente momento na baliza do Moreirense, regressa ao palco da sua estreia na Liga, na altura com a camisola do Arouca. Foi a 18 de Agosto de 2013 e não lhe correu nada bem, pois o Arouca perdeu por 5-1 e o guardião não só não voltou a jogar nessa época como voltou recambiado para o FC Porto (a quem pertencia o seu passe) no mercado de Janeiro.   - A vitória do Sporting frente ao Besiktas (3-1) foi a sexta consecutiva desde que os leões perderam com o Skenderbeu, em Elbasan, na Liga Europa: 1-0 ao Arouca, 2-1 (após prolongamento) ao Benfica, 4-2 ao Lokomotiv Moscovo, 1-0 a Belenenses e Marítimo e 3-1 ao Besiktas. Para encontrar uma série melhor dos leões é preciso recuar a Dezembro e Janeiro, quando a equipa de Marco Silva venceu oito jogos seguidos, entre o empate com o Moreirense (1-1) e a derrota com o Belenenses (3-2, para a Taça da Liga).   - Na Liga portuguesa, o Sporting também leva seis vitórias seguidas, desde o empate com o Boavista (0-0, a 26 de Setembro). Já igualou as melhores séries das equipas de Marco Silva e Leonardo Jardim. Silva somou seis vitórias seguidas entre o empate com o Moreirense (14 de Dezembro de 2014) e o empate com o Benfica (8 de Fevereiro de 2015), enquanto os seis sucessos de enfiada de Jardim se deram entre o empate com o V. Setúbal (9 de Março de 2014)  e o empate com o Nacional (3 de Maio de 2014). O Sporting não ganha sete jogos seguidos na Liga desde Setembro a Novembro de 2011, quando a equipa de Domingos Paciência venceu sucessivamente P. Ferreira (3-2), Rio Ave (3-2), V. Setúbal (3-0), V. Guimarães (1-0), Gil Vicente (6-1), Feirense (2-0) e U. Leiria (3-1), antes de perder na Luz (1-0) com o Benfica de Jorge Jesus.   - Evaldo, atual defesa esquerdo do Moreirense, esteve em alguns dos jogos dessa série de sete vitórias, pois nessa altura alinhava pelo Sporting, ao serviço do qual fez 72 jogos em duas épocas, marcando três golos.   - Jorge Jesus e Miguel Leal defrontaram-se por cinco vezes e Jesus ganhou sempre. A estreia foi em Fevereiro de 2014, na Taça de Portugal, quando o Benfica de Jesus foi ganhar ao Penafiel de Leal por 1-0, mas com muita dificuldade: marcou Sulejmani, a apenas seis minutos do fim. Na época passada, mais quatro confrontos entre o Benfica de Jesus e o Moreirense de Leal: duas vezes 3-1 para a Liga (e o Moreirense esteve sempre em vantagem, até se ver reduzido a dez jogadores), 2-0 para a Taça da Liga e 4-1 para a Taça de Portugal.   - Na última vez que estiveram frente a frente, Jorge Jesus e Miguel Leal, treinadores do Sporting e do Moreirense, foram expulsos pelo árbitro Jorge Ferreira. Jesus era então treinador do Benfica e acabou na bancada por ter entrado dentro do campo de jogo, o mesmo tendo sucedido com Leal, que alegou ter entrado no relvado para acalmar os seus jogadores na sequência da expulsão do jogador André Simões. O Benfica ganhou esse jogo por 3-1.   - Jesus já treinou o Moreirense, em 2004/05, mas não conseguiu evitar a descida de divisão dos cónegos. Chegou à equipa a sete jornadas do fim, em substituição de Vítor Oliveira, que a deixara em 17º lugar, a um ponto da linha de água. Perdeu os dois primeiros jogos – um deles contra o Sporting, por 3-1 – e somou depois três empates e duas vitórias, acabando em 16º, mas a quatro pontos da salvação.   - O Moreirense não perde há quatro jogos: desde a derrota em Setúbal, por 2-0, a 25 de Outubro, ganhou ao Paços de Ferreir (2-0) e ao Rio Ave (1-0), empatando com a Académica (1-1) e o Sp. Braga (0-0). Depois de um arranque de época muito difícil, esta é já a mais longa série de invencibilidade dos cónegos desde Dezembro do ano passado, quando ganharam ao Paços de Ferreira (2-0), ao Boavista (1-0) e ao Arouca (2-0) e empataram com o Sporting em Alvalade (1-1). Para se encontrar melhor é preciso recuar a Setembro e Outubro do ano passado, quando estiveram cinco jogos seguidos sem perder.   - O Moreirense nunca ganhou em Alvalade, mas empatou lá dois dos últimos três jogos, tendo perdido o outro com um golo no último minuto. Na época passada, faz na segunda feira um ano, saiu de Lisboa com um amargo empate a um golo que os leões só alcançaram aos 90+2’, por Montero, depois de Cardozo ter adiantado os minhotos ainda na primeira parte. Em Abril de 2013 o resultado ficou em 3-2 para os leões, mas só porque Viola separou as equipas com um golo aos 90’. E em Janeiro de 2012, para a Taça da Liga, o jogo entre ambos acabou empatado a uma bola.   - Em toda a sua história, o Sporting só perdeu duas vezes com o Moreirense: 1-0 em Setembro de 2003 (marcou Manoel, que viria a assinar pelos leões, aos 90’) e 3-2 após prolongamento, na Taça de Portugal, em Outubro de 2012. Os leões ganharam oito dos 13 jogos entre os dois clubes.   - André Fontes, do Moreirense, fez a estreia na Liga portuguesa a defrontar o Sporting, lançado por Rogério Gonçalves na derrota (0-2) da Académica em casa, frente aos leões, a 30 de Agosto de 2009.   - O mesmo sucedeu com Danielson, o defesa central que regressou à equipa no empate a zero com o Sp. Braga. Danielson, contudo, foi mais feliz na estreia, pois Carlos Brito lançou-o como titular na vitória do Rio Ave sobre os leões por um expressivo 4-0, a 24 de Abril de 2004.   - Nono jogo do Sporting na Liga com Nuno Almeida a apitar. Dos oito anteriores, os leões ganharam seis, empataram um (2-2 com o Estoril, em 2012/13) e perderam um (0-2 com o Penafiel, em 2004/05). Por sua vez, o Moreirense ganhou apenas dois dos oito jogos que fez com este árbitro, empatando três e perdendo outros três. E apadrinhou-lhe a estreia: um empate a duas bolas com o V. Setúbal, a 3 de Janeiro de 2002.
2015-12-12
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Último Passe

Quando, no rescaldo do Marítimo-FC Porto, Julen Lopetegui explicou as razões que, face ao empate que se eternizava no placar dos Barreiros, o levaram a trocar Aboubakar por Osvaldo, estaria tão convicto do que disse como esteve no momento em que, para desfazer o impasse no jogo de Moreira de Cónegos, há pouco, optou por juntar os dois pontas-de-lança em campo e abdicar de um defesa-central. “Não se joga melhor por ter mais avançados”, disse na altura Lopetegui. Pois não. Mas há jogos que só se resolvem com gente na área. O de Moreira de Cónegos podia ter sido um deles. Contra um Moreirense que estacionou o autocarro à frente da área de Stefanovic, que baixou tanto o bloco que quase convidava os portistas a entrarem pela baliza com a bola controlada, impunha-se ter gente na área. Muita gente na área. O treinador espanhol percebeu-o e somou Aboubakar a Osvaldo, pedindo ainda a Corona que aparecesse também no espaço interior. Foi num lance em que o italo-argentino insistiu e o mexicano recuperou um ressalto que o FC Porto chegou à vantagem, a 12 minutos do final. Claramente, o jogo devia ter ficado ganho para os dragões naquele momento, deixando para trás o livre de Maicon e o golo de Iuri Medeiros, que davam o empate momentâneo. Só que o Moreirense ainda chegou a novo empate, por André Fontes, a dois minutos do final. A tentação mais normal pode ser a de culpar a falta de gente atrás, mas a verdade é que o FC Porto tinha gente na área em números mais do que suficientes para evitar o golo. Não estava Marcano, mas estava Danilo, porque depois do 2-1 Lopetegui mandou recompor o quarteto defensivo com o médio centro ao lado de Maicon. E mesmo assim, antes, já Luís Carlos obrigara Casillas a boa defesa para evitar o que também podia ter sido o empate. A questão é que, porventura iludida pelo facto de o adversário se demitir da opção de jogar (os 30% de posse de bola do Moreirense frente ao FC Porto só encontram paralelo na atual Liga dos 29% que o mesmo Moreirense teve na Luz, onde também esteve a minutos de empatar com o Benfica), o FC Porto fez um jogo lento no ataque e pouco agressivo quando perdia a bola: fez apenas sete faltas, quando o seu mínimo na Liga eram 16. E como disse Lopetegui no final, a Liga vai ser longa e vai ser preciso pedalar muito. Mas isso não basta dizê-lo. Tem é de convencer os seus jogadores.
2015-09-25
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