Artigo 

2015-09-09
O milagre matemático que pode tirar Portugal do Europeu

Só um cataclismo matemático poderá afastar Portugal da fase final do Europeu. Primeiro, porque é muito difícil os portugueses não ficarem nos dois primeiros lugares do seu grupo. Depois, porque mesmo que isso viesse a suceder, Portugal teria boas perspetivas de ser o melhor terceiro classificado e, assim, evitar o play-off. Percorramos as contas, grupo a grupo, com um sublinhado final para as seleções que ainda podem ser terceiras. E só uma conjugação improvável de resultados impediria Portugal de ser, ainda assim, o melhor terceiro.

 

GRUPO I

A vitória na Albânia, somada ao empate da Dinamarca em Yerevan com a Arménia, significa que Portugal está a um simples ponto de garantir um dos dois primeiros lugares do seu grupo. Mas esse ponto até pode não ser preciso, desde que a Albânia não ganhe as duas partidas que lhe faltam. Portugueses, albaneses e dinamarqueses já tinham garantido as três primeiras posições. Agora, para ter a certeza de que é um dos dois primeiros sem ter de complicar as contas, a Portugal fica a faltar apenas um ponto, que tanto pode chegar na receção à Dinamarca (que depois desse jogo folga na última jornada) como na visita à Sérvia. Mesmo que perca os dois jogos, porém, Portugal só seria terceiro se, ao mesmo tempo, a Albânia ganhasse as duas partidas (a receção à Sérvia e a visita à Arménia). Na eventualidade de Portugal perder os dois jogos e ficar com os mesmos 15 pontos que tem agora, perderia necessariamente o confronto direto com a Dinamarca, que acabaria com os mesmos 15, mas seria primeiro do grupo se este desempate se fizesse a três, isto é, se a Albânia fizesse mais quatro pontos a somar aos 11 que tem agora. A três, o desempate por mini-campeonato ditaria seis pontos para Portugal e cinco para cada uma das duas outras equipas, que empataram as duas partidas entre si. Portanto, mesmo perdendo com a Dinamarca em casa, Portugal só não festeja desde logo se a Albânia ganhar à Sérvia. Diferente é a luta pela outra vaga. A Dinamarca tem mais um ponto e vantagem no confronto direto com a Albânia. Se ganhar em Portugal, qualifica-se desde que a Albânia não ganhe os seus dois jogos; se empatar em Portugal, precisa que os albaneses não ganhem nenhum dos dois; se perder em Portugal, só se apura se a Albânia não for além de um empate nas duas últimas partidas.

Apuramento:

Portugal – 99%

Albânia – 61%

Dinamarca – 40%

 

GRUPO A

O Grupo A tem os apuramentos diretos resolvidos e as duas jornadas que sobram servirão apenas para definir quem fica em terceiro lugar. A Islândia e a Rep. Checa asseguraram as vagas na fase final, enquanto que Turquia e Holanda lutarão pela terceira posição. Os turcos têm dois pontos de vantagem e levaram a melhor no confronto direto, pelo que lhes basta ganhar um jogo e empatar o outro. Enfrentam, porém, um calendário difícil, pois visitam a Rep. Checa e recebem a Islândia. Se a Turquia fizer só dois ou três pontos, a Holanda será terceira desde que ganhe os seus dois jogos: fora com o Cazaquistão e em casa com a Rep. Checa. Se a Turquia fizer só um ponto, a Holanda pode ser terceira se ganhar um jogo e empatar o outro.

Apuramento:

Islândia – 100%

Rep. Checa – 100%

 

GRUPO B

Gales e a Bélgica estão praticamente apurados, pois só se não ganharem o jogo que cada um tem com Andorra (0 pontos e 3-30 em golos até ao momento) falharão a qualificação direta. Gales soma 18 pontos e Israel, que é terceiro, tem 13 e só pode chegar aos 19. Fazendo contas e sabendo que os galeses têm vantagem no confronto direto com os israelitas (e que não é possível haver um empate a três com 19 pontos) vê-se que aos galeses falta apenas um ponto para festejarem. Podem fazê-lo na visita à Bósnia ou na última jornada, em casa com Andorra. A Bélgica, que tem 17, até pode qualificar-se primeiro, se ganhar em Andorra na próxima ronda, passando para a quota 20. Se empatar ou perder, é simples: terá de evitar a derrota no último dia, em casa com Israel. Os israelitas, que na próxima ronda recebem Chipre, precisam de ganhar e de esperar que Gales e Bélgica não ganhem para manterem as opções em aberto para o último dia. Se assim for, resta-lhes vencer em Bruxelas. Muito difícil. A Bósnia, que até pode forçar um empate a três para o segundo lugar, nos 17 pontos (tem 11) perde em todas as fórmulas de desempate, pelo que só lhe resta lutar pela terceira posição com os israelitas: para tal terá de fazer mais três pontos na receção a Gales e na visita a Chipre do que os israelitas farão em casa com Chipre e na visita à Bélgica.

Apuramento:

Gales – 99%

Bélgica – 99%

Israel – 2%

 

GRUPO C

A Espanha comanda com 21 pontos e qualifica-se desde que faça mais dois, o que parece evidente que vai acontecer, pois na próxima ronda recebe o Luxemburgo em Logroño. Se ganhar deixa de ficar à mercê da Ucrânia, que soma 16 e por isso mesmo só pode chegar aos 22. A Eslováquia é a favorita para chegar à segunda vaga, pois leva três pontos de avanço da Ucrânia e tem vantagem no confronto direto, seja ele feito a dois (só com ucranianos) ou a três (na eventualidade de os três primeiros acabarem com 22 pontos). Aos eslovacos basta, portanto, ganhar um dos dois últimos jogos: começam por receber a Bielorrússia e de seguida visitam o Luxemburgo. Mesmo que percam os dois, só caem para o terceiro lugar se ao mesmo tempo a Ucrânia fizer pelo menos quatro pontos na visita à Macedónia e na receção à Espanha. Vida difícil, portanto.

Apuramento:

Espanha – 99%

Eslováquia – 98%

Ucrânia – 3%

 

 

GRUPO D

Três equipas lutam por duas vagas. A Alemanha, que soma 19 pontos, garante o apuramento se pelo menos empatar em Dublin na próxima jornada, protegendo-se contra uma eventual boa ponta final da Rep. Irlanda. Se perder, terá segunda oportunidade na receção à Geórgia, no último dia. Aí bastar-lhe-á uma vitória, que se apresenta como altamente provável, dado que o único jogo não perdido pelos georgianos fora de casa foi o que ganharam a Gibraltar, no Algarve. Assunto quase arrumado, portanto. Mais terá ainda de pedalar a Polónia, porque tem um calendário muito mais difícil: vai à Escócia (ainda empenhada na pelo terceiro lugar) e recebe a Rep.Irlanda. Os polacos somam 17 pontos, mais dois que os irlandeses e menos dois que os alemães, mas se perderem em Glasgow e a Irlanda ganhar à Alemanha nesse mesmo dia, entrarão na última jornada com a obrigatoriedade de vencer os irlandeses em Varsóvia. Mais simples fica a vida para eles se os irlandeses não baterem a Alemanha: nesse caso, mesmo perdendo em Glasgow, até podem jogar para o empate no último dia. Para a Irlanda, as contas são muito simples: ou ganham à Alemanha e aproveitam uma eventual escorregadela da Polónia na Escócia para se apurarem empatando ou ganhando em Varsóvia no último dia ou, caso não batam os alemães, mantêm a esperança se a Polónia não ganhar em Glasgow, bastando-lhes para tal vencer os polacos em Varsóvia. A Escócia, que até pode fazer 17 pontos (tantos quantos tem agora o segundo) já não pode qualificar-se a não ser para o play-off, pois para ser segunda precisaria que a Polónia perdesse os dois jogos e que a Irlanda não ganhasse nenhum. Impossível, pois jogam uma com a outra. Para ficarem em terceiro, precisam de ganhar os dois jogos (Polónia em casa e Gibraltar fora) e de esperar que a Irlanda não ganhe nenhum dos seus, ou em alternativa de ganhar um e empatar outro e esperar que os irlandeses percam nas duas últimas rondas.

Apuramento:

Alemanha -95%

Polónia – 65%

Rep. Irlanda – 40%

 

Grupo E

Com oito vitórias em oito jogos, a Inglaterra já está apurada. Suíça, Eslovénia e Estónia lutam ainda pela segunda posição, embora esta seja uma luta sem grande história: a Suíça só perde a vaga se fizer menos de quatro pontos nos dois jogos que lhe faltam (San Marino em casa e Estónia fora) e ao mesmo tempo a Eslovénia ganhar as suas duas partidas (Lituânia em casa e San Marino fora). Improvável, mas ainda possível, sobretudo porque os eslovenos têm vantagem no confronto direto (perderam por 3-2 fora e ganharam por 1-0 em casa). A Eslovénia tem, isso sim, o caminho aberto para o terceiro lugar e uma vaga no play-off. Leva dois pontos e sete golos de avanço sobre a Estónia, o que significa que só deixa escapar a vaga se fizer menos de quatro pontos, o que se afigura improvável, pois recebe a Lituânia e visita San Marino, e ao mesmo tempo a seleção báltica ganhar as duas partidas (uma com a Inglaterra em Wembley e a outra com a Suíça em Tallin). Duas vitórias da Lituânia ainda poderiam complicar as contas, mas também elas são altamente improváveis, pois os lituanos vão jogar à Eslovénia e revebem a Inglaterra.

Apuramento:

Inglaterra – 100%

Suíça – 98%

Eslovénia – 1,5%

Estónia – 0,5%

 

Grupo F

Quatro equipas lutam ainda pela qualificação, no grupo mais aberto após a oitava jornada. Eliminadas, só estão mesmo as Ilhas Faroé e a Grécia. A Irlanda do Norte lidera com 17 pontos, mais um que a Roménia, mais quatro que a Hungria e mais sete que a Finlândia. Como tem vantagem num confronto direto a três, com romenos e húngaros, a Irlanda do Norte precisa de apenas dois pontos nas últimas duas jornadas para se qualificar. Chegam-lhe uma vitória ou dois empates, na receção à Grécia e na visita à Finlândia. Se fizer só um ponto nesses dois jogos, a equipa irlandesa, mesmo assim, só fica de fora se a Roménia ganhar pelo menos um jogo (recebe a Finlândia e visita as Ilhas Faroé) e se ao mesmo tempo a Hungria vencer os dois (recebe as Faroé e vai à Grécia) ou, em alternativa, se vencer um e empatar o outro e anular os quatro golos que tem de desvantagem. Para o segundo lugar, a Roménia leva três pontos de avanço sobre a Hungria mas tem desvantagem no confronto direto (1-1 em casa e 0-0 fora). Quer isso dizer que, para estar à vontade, precisa de fazer quatro pontos nas duas últimas partidas: serve-lhe um empate e uma vitória na receção à Finlândia e na visita às Ilhas Faroé. A Hungria tem a tarefa mais dificultada, pois tem de vencer as suas duas partidas (Faroé em Budapeste e Grécia em Atenas) e esperar que os romenos não ganhem uma das deles. Basta que a Hungria ceda pelo menos um empate para que a Roménia se qualifique com apenas uma vitória. A Finlândia ainda poderá forçar um cenário de desempate a 16 pontos, mas isso só a qualifica se ganhar na Roménia por mais de dois golos, se voltar depois a ganhar em casa à Irlanda do Norte e se ao mesmo tempo os romenos perderem em Torshavn com as Ilhas Faroé e a Hungria não ganhar em casa às mesmas Faroé. Eis um cenário de ficção pura! Os finlandeses terão, ainda assim, dificuldades para roubar o terceiro lugar à Hungria, da qual distam três pontos, com desvantagem no confronto direto. Precisam portanto que a Hungria não ganhe nenhuma das suas ultimas partidas (Faroé em casa e Grécia fora) e de ganhar eles mesmos os jogos que lhes restam (Roménia fora e Irlanda do Norte em casa). No caso altamente improvável de os húngaros perderem os últimos dois jogos, a Finlândia podia dar-se ao luxo de ceder um empate.

Apuramento:

Irlanda do Norte – 90%

Roménia – 75%

Hungria – 34,5%

Finlândia -0,5%

 

Grupo G

A Áustria já está apurada, restando a Rússia, Suécia e Montenegro lutar pelos segundo e terceiro lugares. Os russos têm 14 pontos, os suecos 12 e os montenegrinos 11. Além disso, a Rússia tem vantagem no confronto direto sobre a Suécia, o que significa que se tirar pelo menos quatro pontos dos últimos dois jogos (Moldova fora e Montenegro em casa) faz a festa. Os suecos têm o calendário mais fácil (visitam o Liechtenstein e recebem a Moldova), mas a desvantagem de depender de escorregadelas alheias: se ganharem os dois jogos, como é previsível, só se apuram se a Rússia perder pelo menos um ou empatar os dois; se cederem nem que seja um empate, já necessitam que os russos não consigam mais do que um empate. Mais complicada é a tarefa do Montenegro. Mesmo que ganhem os seus jogos (Áustria em casa e Rússia fora) e cheguem aos 17 pontos, os montenegrinos ainda precisariam que a Rússia não ganhasse na Moldova e que a Suécia perdesse pontos nas jornadas contra as seleções do fundo da tabela. Um empate num dos jogos (necessariamente na receção à Áustria, porque para manter chances de qualificação Montenegro tem sempre de ganhar na Rússia) já faz depender a festa montenegrina de uma derrota russa na Moldova e de derrotas ou empates suecos contra a Moldova e o Liechtenstein.

Apuramento:

Áustria – 100%

Rússia – 80%

Suécia – 19%

Montenegro – 1%

 

Grupo H

Itália, Noruega e Croácia lutam pelas duas vagas disponíveis, pelo menos enquanto não se resolver o caso da suástica no relvado dos croatas, que pode levá-los a sanções disciplinares e resolver o assunto. Os italianos têm 18 pontos, os noruegueses 16 e os croatas 15, sabendo-se que – sem intervenção administrativa – dois seguem para o Europeu e um terceiro para os play-off. A Itália nunca pode ser terceira num desempate a três, caso todos acabassem com os mesmos pontos – aí, a não ser que vença em Itália por seis golos, seria a Noruega a sacrificada – pelo que lhe bastará ganhar um dos dois últimos jogos (Azerbaijão fora e Noruega em casa), para chegar aos 21 pontos, ou empatar os dois para, mesmo ficando pelos 20, assegurar que os noruegueses não farão mais de 20, com vantagem italiana no confronto direto. Mesmo um empate no Azerbaijão e derrota pela margem mínima em casa com a Noruega só deixam a Itália de fora se a Noruega ganhar em casa a Malta e a Croácia somar pelo menos quatro pontos na receção à Bulgária e visita a Malta. Verifica-se, portanto, que a Itália tem elevada probabilidade de seguir para a fase final. A luta pela segunda vaga é bem mais a aberta. A Noruega tem um ponto de vantagem, mas desvantagem no confronto direto com a Croácia, pelo que tem de fazer pelo menos os mesmos pontos que os croatas na jornada dupla que aí vem. E no calendário a vantagem já pende para o lado croata, pois os noruegueses visitam a Itália em Roma depois de receberem Malta, enquanto os croatas acabam em Malta e antes disso recebem a Bulgária. Presumindo que ambos ganham a Malta, isso quer dizer que a Noruega tem de fazer em Roma pelo menos o mesmo resultado que a Croácia na receção à Itália.

Apuramento:

Itália – 95%

Croácia – 55%

Noruega – 50%

 

 

DEFINIÇÃO DO MELHOR TERCEIRO

São milhares as hipóteses ainda possíveis, porque variam não só em função dos pontos que os eventuais terceiros classificados podem fazer até final, mas também de quem vai ser o último em cada grupo, pois nos grupos A a H (os de seis equipas), para definição do melhor terceiro contam apenas os resultados feitos contra os cinco primeiros, excluindo-se os jogos contra o sexto colocado. Assim sendo, o que interessa aqui é ver as coisas em função de Portugal, que por fazer parte do grupo de cinco equipas vê contarem todos os pontos que fez. Ora Portugal já tem 15 pontos e só pode ser terceiro se perder os dois jogos que lhe restam e se, ao mesmo tempo, a Albânia ganhar as duas partidas que lhe faltam. Nesse caso, importa ver quem pode ser terceiro dos seus grupos com 15 ou mais pontos. Apenas a Turquia (Grupo A) e a Ucrânia (Grupo C) podem chegar aos 16 pontos, ao passo que Espanha (Grupo C), Roménia (Grupo F) e Croácia (Grupo H) podem terminar com 15.

Destes manda o bom-senso que se exclua a hipótese-Espanha, que só será terceira no Grupo C se perder os seus dois jogos (Luxemburgo em casa e Ucrânia fora).

Passemos então a hipóteses reais. A maior ameaça vem também do Grupo C, mas da provável terceira classificada, a Ucrânia. Os ucranianos somam 16 pontos e podem ser terceiros com 22, desde que a Espanha e a Eslováquia também ganhem pelo menos um dos que lhes faltam (o que é provável, pois ambos jogam ainda com o Luxemburgo). Se assim for, a Ucrânia verá descontados os seis pontos que fez com qualquer dos candidatos à última posição e surge na definição de melhor terceiro com 16. Simples. O que já não é tão simples é chegar lá, pois para o fazer a Ucrânia precisa de ganhar as suas duas partidas: Macedónia, fora, e Espanha em Kiev. Aí a coisa complica-se.

No Grupo A, a Turquia pode chegar a um total de 16 pontos na definição do melhor terceiro. Para tal, no entanto, precisa de ganhar os seus dois jogos (Rep. Checa em Praga e Islândia em Bursa) e, ao mesmo tempo, precisa ainda que o Cazaquistão ultrapasse a Letónia no fundo da tabela, algo que só acontecerá se os cazaques ganharem na Letónia ou à Holanda em casa. Improvável. Mantendo-se o Cazaquistão em último lugar, mesmo que os turcos acabem com 18 pontos, verão descontados seis (em vez dos dois saídos dos dois empates com os letões), para um total de 12. Curto.

No Grupo F, a Roménia até pode ser terceira, mas para ficar à frente de Portugal teria de ganhar um jogo e perder outro dos dois que lhe faltam (recebe a Finlândia e visita as Ilhas Faroé), caso em que somaria 19 pontos. E aí tudo dependeria de quem vai ser o último, porque os romenos somam quatro potos com a Grécia (atual último) e três com Faroé (com quem ainda vão jogar). Ora se ganharem às Ilhas Faroé e perderem com a Finlândia, apresentam-se no desempate com 15 pontos (se a Grécia não ultrapassar as Faroé, de quem dista três pontos); se for ao contrário (isto é, se ganharem à Finlândia e perderem com as Faroé); isso significa que a Grécia será sempre última e que a pontuação romena para efeitos de definição do melhor terceiro será também de 15 pontos.

Por fim, no Grupo H, a Croácia pode ser terceira ganhando os dois jogos (Bulgária em casa e Malta fora) e passar dos atuais 15 para 21 pontos. Só que nesse caso inviabiliza a ultrapassagem de Malta ao Azerbaijão (com quem os croatas perderam dois pontos). Portanto, o máximo a que pode almejar na definição do melhor terceiro é a um total de 15 pontos, descontando os seis feitos contra Malta.

 

Grupo   Seleção                               Máximo de Pontos         Mínimo de Pontos

A             Turquia                16           6

A             Holanda               10           8

B             Gales    12           12

B             Bélgica  12           12

B             Israel     13           11

B             Bósnia  11           8

C             Espanha              15           15

C             Eslováquia          14           13

C             Ucrânia                16           10

D             Alemanha           14           13

D             Polónia 14           11

D             Rep. Irlanda       13           9

D             Escócia 11           9

E             Suíça     12           9

E             Eslovénia            12           6

E             Estónia 10           7

E             Lituânia                11           9

F             Irlanda do Norte              14           11

F             Roménia             15           10

F             Hungria                13           9

F             Finlândia             12           8

G            Rússia   13           8

G            Suécia   12           9

G            Montenegro     13           7

H             Itália      14           12

H             Noruega              14           12

H             Croácia 15           9

I              Portugal              15           15

I              Dinamarca          15           12

I              Albânia 15           11